(fotos de Mário André Coelho e Camila Cornutti)
22.10.07
Feira
"Pés de Aragem", um dos mais procurados da Feira do Livro de Caxias do Sul. Gracias a todos que compartilharam conosco as sessões de autógrafos no Arco e na Feira, e boa leitura aos quase cem leitores que compraram o livro.
12.10.07
literatura caxiense na Feira

Da esquerda para a direita: Dhynarte, Petry, eu, Biba, Alessandra e Adriana.
Segundo o patrono Paulo Ribeiro, esta foi a melhor mesa da Feira até agora, com público participante, atmosfera de que algo se delineava em nosso meio, idéias e desafios relevantes, e até um Zé Luiz surpreendentemente econômico. Grande momento. Saímos felizes e com a enorme vontade (e necessidade) de se encontrar novamente. Ô Caxias!
Segundo o patrono Paulo Ribeiro, esta foi a melhor mesa da Feira até agora, com público participante, atmosfera de que algo se delineava em nosso meio, idéias e desafios relevantes, e até um Zé Luiz surpreendentemente econômico. Grande momento. Saímos felizes e com a enorme vontade (e necessidade) de se encontrar novamente. Ô Caxias!
28.9.07
Os Editores
lançamento!

dia 18/10, quinta-feira
20h, na do arco da velha - livraria e café
rua os 18 do forte, 1690
dia 20/10, sábado
15h, na feira do livro de caxias do sul
27.9.07
veja também *
20.9.07
aqui também*

(*) disco recém-lançado do querido amigo e parceiro Felipe Azevedo. Aqui tem uma música nossa: Antes dos 30, poema que também está no "Pés de Aragem".
a poesia e o drama das coisas em geral
"Devemos olhar a poesia de pés de aragem do poeta Marco de Menezes, porque este segundo livro apresenta-se investigador e denso, perguntador e instigante. Marco é um poeta para ser lido com os olhos no horizonte".
(EDUARDO DALL'ALBA, sobre o livro Pés de Aragem)
"A poesia não propõe nada, somente expõe os limites do necessário fingimento. Marco Antonio sabe expor sua inquietude em uma lírica de fundo, às vezes cosmológica, às vezes mística. Refiro-me à inquietação no sentido de explorar os limites da linguagem poética e da natureza da lírica".
(FLÁVIO LUIS FERRARINI, sobre o livro As Horas Dragas)
"É uma poesia que bebe na tradição lírica e que, sem romper com ela, ganha uma modernidade impressionante. São poemas velozes e de linhas limpas. Conseguem grandeza com o esforço da simplicidade, como é a lição dos clássicos. É da melhor poesia que se faz no Brasil, hoje".
(JOSÉ CLEMENTE POZENATO, sobre o livro As Horas Dragas)
(EDUARDO DALL'ALBA, sobre o livro Pés de Aragem)
"A poesia não propõe nada, somente expõe os limites do necessário fingimento. Marco Antonio sabe expor sua inquietude em uma lírica de fundo, às vezes cosmológica, às vezes mística. Refiro-me à inquietação no sentido de explorar os limites da linguagem poética e da natureza da lírica".
(FLÁVIO LUIS FERRARINI, sobre o livro As Horas Dragas)
"É uma poesia que bebe na tradição lírica e que, sem romper com ela, ganha uma modernidade impressionante. São poemas velozes e de linhas limpas. Conseguem grandeza com o esforço da simplicidade, como é a lição dos clássicos. É da melhor poesia que se faz no Brasil, hoje".
(JOSÉ CLEMENTE POZENATO, sobre o livro As Horas Dragas)
18.9.07
Enfim

Acabamos de enviar para a gráfica, Camila e eu, o arquivo do livro. Em 7 a 10 dias úteis parece que chega o 'Pés de Aragem', prontinho. Sensação de missão cumprida (e comprida). Lançamento em breve, na Do Arco da Velha e na Feira do Livro de Caxias do Sul.
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marco de menezes,
pés de aragem
16.9.07
26.10.05
s.f., leve agitação do ar; vento brando; brisa; bafejo fig., ocasião favorável; aparência
insônia(*)
sobre reboco em parede andarei
com pés de aragem
como em paisagem de Escher
sobre o musgo dos andaimes andarei
com pés de limbo
em um xadrez sem parceiro
sobre o líquen das cadeiras andarei
com pés de lupa
em ritmo de astronauta
lá onde sou deserto
pradaria tundra estepe
abrirei meu canivete
pra cortar o véu de névoa
que envolve a vigília espessa
e então que eu adormeça
alma noviça na treva
(*) todos os poemas desse blog são de autoria de Marco de Menezes.
sobre reboco em parede andarei
com pés de aragem
como em paisagem de Escher
sobre o musgo dos andaimes andarei
com pés de limbo
em um xadrez sem parceiro
sobre o líquen das cadeiras andarei
com pés de lupa
em ritmo de astronauta
lá onde sou deserto
pradaria tundra estepe
abrirei meu canivete
pra cortar o véu de névoa
que envolve a vigília espessa
e então que eu adormeça
alma noviça na treva
(*) todos os poemas desse blog são de autoria de Marco de Menezes.
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